quarta-feira, 29 de abril de 2020

CADERNO 33 A INQUISICAO - 33


INTRODUÇÃO

Uma das acusações que sem cessar se levantam contra a Igreja Católica é a de .ter terrorizado os povos cristãos pela "sinistra instituição da Inquisição". As incriminações proliferam em meio de uma ignorância histórica quase completa. Sem conhecimento de causa fala-se de inocentes perseguidos,
prisões, torturas, fogueiras. . . Só a palavra Inquisição incute misterioso terror. Nos nossos estudos sôbre Galileu Oalilei, condenado pela Inquisição Romana, sentimos a necessidade de aprofundar e
esclarecer os conhecimentos sôbre o órgão jurídico que .tomou em mão o caso do célebre pisano (Ver: Galileu GaWei à luz da História . . e da Astronomia. Editôra Vozes) . .

Índice
Introdução . . . . 5
1. A INQUISIÇÃO MEDIEVAL .. . . . . . . . . . . . . . . .. . . 6
O que é Inquisição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
E' lícito perseguir hereges? . .. .. . . .. . .. ... .. . , . . . . . . 6
Causas gerais que modificaram a instituição do novo tribunal
. . . . ................. . . ·. . ....... . . . . . .. 11
História da instituição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . . . 16
Procedimento do tr.ibunal da Inquisição . . . . . . . . . . . . . . 19
Tortura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
Fogueira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
A Inquisição na Itália . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28
li. A INQUISIÇÃO ESPANHOLA .... : . .. .. .. . . . . . . .. 31
Antecedentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31
Fundação da nova Inquisição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32
A expulsão dos judeus e mouriscos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35
Caráter da Inquisição Espanhola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
Procedimento da Inquisição Espanhola . . . . . . . . . . . . . . . . 39
Julgamento sôbre a Inquisição Espanhola . . . . . . . . . . . . 47
III. A INQUISIÇÃO PORTUGU~SA ..... ... ...... ., 48
A questão judia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49
Uma luta histórica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49
Julgamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52
O período pombalino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54
RECAPITULAÇÃO . . . . . . . . . . . . .. .. . . .. . . .. .. 57
Confronto com o mundo modemo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59



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A Igreja a Reforma e a Civilizacao




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A INVOLUCAO DA CIVILIZACAO


NOÇÃO DA CIVILIZAÇÃO

Não julgamos que haja muitas palavras no dicionário de que se faça actualmente tanto uso, como da que serve de título as estas páginas.
Não é possível percorrer o campo da sociologia, da política, do direito, da moral, da história sobretudo e da filosofia social, sem deparar muitas vezes com a civilização. Este termo pode gloriar-se de grande poder de evocações mágicas por ter tomado uma acepção de contornos fluidos, resvaladiços, rodeado, de algum modo, por um grande e luminoso halo de sonho.
Todos falam ou escrevem sobre a civilização: os seus progressos, as suas exigências, a sua crise, o seu ocaso, o seu renascimento, as suas transformações; mas quem seja esta deusa — tão benéfica para uns como perniciosa para outros — não é fácil responder.
Sem dúvida, uma certa noção pode facilmente dar-se; mas, como sempre, a dificuldade surge quando se quer com a máxima precisão definir-lhe a natureza e circunscrever-lhe o conteúdo.
Contudo, devendo nós neste estudo apreciar o declínio da civilização, procuraremos, da melhor maneira possível, designar com certa precisão e amplitude a sua noção.

ÍNDICE
Págs.
Introdução — Noção da civilização............................................ 5
Cap. I — Os sintomas ................................................................. 17
Cap. II — As causas ...................................................................... 40
Cap. III — Os remédios .................................................................. 61
Bibliografia ............................................................................................ 71


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A maconaria e os Jesuitas de Dom Vital




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A REENCARNACAO EXPOSICAO E CRITICA


INTRODUÇÃO

A palavra Reencarnação, composta do prefixo re (designativo de repetição) e do verbo encarnar (tomar corpo), significa etimològicamente: tornar a tomar corpo. Designa a ação do ser espiritual (espírito ou alma) que já animou um corpo no passado, foi posteriormente dele libertado e agora torna a informar ou vivificar um corpo novo.
O mesmo termo é empregado também para indicar a doutrina filosófica daqueles que pensam que a alma humana (ser espiritual) passa por mais de uma existência corpórea ou terrestre e tendo à frer.te ainda longa série de sempre novas encarnações, para progredir sem cessar.

ÍNDICE
Introdução ..............................................................................
A palavra Reencarnação .................................................... 3
O Reencarnacionismo no Brasil ........................................ 3
I. Exposição da Doutrina da Reenczarnação ..................... 7
A autoridade e competência doutrinária de Allan Kardec 7
O famoso epitáfio ........................................................... 8
“Vivemo-las em diferentes mundos” ................................... 8
desde o minério até o homem...” ....................... 10
E’ o evolucionismo em sua formulação mais extrema.. 11
Reencarnação e metempsicose ......................................... 13
O inferno não existe .......................................................... 14
A perfeição final .................................................................. 10
Finalidade dos espíritos perfeitos ....................................... 17
O espírito perfeito não tem corpo .................................. 18
O espírito alcança a perfeição por mérito próprio .... 19
Imediatamente depois da morte ......................................... 21
As divergências entre os reencarnacionistas ............. 22
Os argumentos em favor da Reencarnação ................. 23
II. O Argumento Especificamente Espirita ........................ 26
Em que consiste .................................................................. 26
Princípios para uma sã crítica ......................................... 27
A falta de unanimidade entre os espiritas ................... 30
O próprio A. Kardec recçbeu mensagens contrárias à
Reencarnação ................................................................ 33
1IL O Argumento Histórico ..................................................... 37
Exposição do argumento ..................................................... 37
O testemunho dos Vedas ................................................. 39
O Budismo ............................................................................ 39
No Egito ............................................................................... 40
Na Grécia ............................................................. 41
Em Roma ............................................................................. 42
123
Na Pérsia ..............................:......................................... 42
Conclusão ......................................................................... 43
IV. O Argumento Cristão .................................................. 46
Em que consiste ............................................................... 46
Conspecto dos pontos essenciais da doutrina reencar-
nacionista.............:..................................................... 48
Ensinou Cristo a pluralidade das vidas terrestres? .... 49
Ensinou Jesus a lei do progresso irreprimível e universal
para a perfeição? ....................................................... 52
Ensinou Cristo a necessidade de conquistar a perfeição
final por esforços e méritos pessoais? ..................... 55
Ensinou Jesus uma vida definitivamente independente do
corpo? ........................................................................ 59
Mas João Batista seria a Reencarnação do profeta
Elias! .......................................................................... 62
Mas Jesus disse a Nicodemos.......................................... 63
Conclusão .......................................................................... 64
V. O Argumento Patrístico .............................................. 68
Exposição do argumento ............................................... 68
Algumas observações gerais ......................................... 70
Orígenes ............................................................................ 74
Clemente de Alexandria ................................................ 76
Tertuliano .......................................................................... 76
S. Gregório de Nissa ..................................................... 77
S. Jerônimo ....................................................................... 77
S. Agostinho ..................................................................... 78
S. Hipólito ........................................................................ 79
Minucius Félix ................................................................... 79
S. Irineu ............................................................................ 80
S. Justino .......................................................................... 80
Conclusão ......................................................................... 80
VI. O Argumento dos Fatos Psicológicos ......................... 81
Vejamos os fatos ............................................................. 81
1) As “provas experimentais” pelos sonos hipnóticos . 83
2) Os gênios .................................................................... 87
3) As crianças-prodígios ............................................... 88
4) As reminiscências......................................................... 90
5) As recordações das crianças ..................................... 91
6) Os iniciados ................................................................. 91
124
7) As semelhanças ......................................................... 93
8) Os sonhos .................................... 94
9) A paremnésia ............................................................. 96
10) As tendências e inclinações .................................. 97
11) As simpatias e antipatias ........................................ 98
12) Os instintos ............................................................... 100
O problema do esquecimento .......................................... 101
A ineficácia da sanção reencarnacionista ................... 102
VII. O Argumento Filosófico ............................................. 104
O problema das desigualdades ...................................... 104
O preconceito da igualdade inicial ................................. 106
O problema do mal ......................................................... 108
Crueldades e injustiças na solução reencarnacionista .. 109
A origem do mal ............................................................. 111
A terra não é um paraíso! .............................................. 112
A lei do Karma .............................................................. 114
Crítica da lei do Karma ................................................ 115
Misericórdia e justiça de Deus ...................................... 118


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A Psicologia da Fé


DEFINIÇÃO DA FÉ

Não é possível discriminar as múltiplas influências que facilitam ou dificultam o ato de fé, sem lhe conhecer a natureza do dinamismo interior. Simples, na aparência de sua unidade vital, a atitude do crente revela-se aos olhos da análise psicológica de uma complexidade singular. Inteligência e vontade, uma, aberta a todos os raios da verdade, outra, solicitada por tôdas as atrações do bem, casam-se harmoniosamente no ato superior de quem crê e, na sua crença, encontra a solução suprema do enigma das coisas e a regra • definitiva de sua atividade moral. Transpondo uma expressão platónica, podemos dizer que o homem não chega à fé senão com tôda a sua alma.



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CADERNO 13 A REFORMA LUTERANA


1. Quando foi que começou o Movimento Protestante?

Depois de afixar, a 31 de outubro de 1517, as suas teses atacando o ensino tradicional do Cristianismo, a 18 de abril de 1520, Martinho Lutero rompeu com a Igreja Católica, e começou a edificar uma nova Igreja de acôrdo com as suas idéias. 

2. Protestantes não são aquêles que protestam contra os erros de Roma?

Muitos protestantes hoje em dia aceitariam essa descrição da sua posição. Mas aquilo que êles acreditam ser erros de Roma não são realmente erros, se na verdade são ensinamentos da Igreja Católica. Acrescento esta última condição porque muitas doutrinas têm sido atribuídas à Igreja Católica, as quais ela nunca ensinou, ao passo que outras têm sido interpretadas de um modo que ela mesma condenaria. Por mal-entendido, muitos escritores protestantes têm gasto o seu tempo e o dos seus leitores refutando laboriosamente aquilo que a Igreja Católica absolutamente não ensina! E a sua linha de aproximação aos problemas do Catolicismo mal necessita de revisão.


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CADERNO 28 A TEORIA DA JUSTIFICACAO PELA FE SOMENTE - 28


A TEORIA A "JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ SOMENTE"

Todos nós já nos encontramos com o bom e sincero entusiasta religioso que está sempre a informar todo aquêle que o quer escutar de que êle é "apenas um pecador salvo pela graça". E' um crente na "justificação pela fé sómen_te". Dada a oportunidade, provàvelmente êle quereria prosseguir dizendo que crê na "plena, livre e presente salvação"; plena salvação, porque Cristo fêz tudo em favor dêle; livre salvação, porque êle não precisa, e de fato não pode, fazer por si mesmo coisa alguma para ela; presente salvação, · porque já está salvo.



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CADERNO 27 A TEORIA DE A BIBLIA SOMENTE - 27


A TEORIA DE "A Bíblia SOMENTE"

·Se se perguntasse à média dos homens qual foi a principal realização da Reforma Protestante, provàvelmente êles responderiam ter sido o haver ela substituído a Igreja Católica pela Bíblia como a autoridade final em matéria de religião. Chillingworth ( 1602- 1644), no seu livro "Religion of Protestants a Safe Way to Salvation" (" Religião dos Protestantes, caminho seguro para a salvação"), resumiu a situação dando-nos a sua famosa declaração: "Sómente a Bíblia é a religião dos Protestantes". E à Bíblia os Protestantes sempre tenderam a atribuir tôdas as bênçãos, mesmo nas coisas temporais, que parece terem vindo ao seu encontro.

ÍNDICE
A Teoria de "a Bíblia somente" . . . . . . . . . . . . . . 5
A "Bíblia aberta" como guia . . . . . . . . . . . . . . . . 7
A vontade de Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
"Interpretação privada" . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
A Bíblia, intérprete ·de si mesma . . . . . . . . . . . . . . 12
"Fala o Espírito Santo!" . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
Bíblia e reunião de Igrejas . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
A atitude católica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
Tradição divina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
"Leitura controlada da Bíblia" . . . . . . . . . . . . . . . . 22
Preconceitos seródios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25
"A Bíblia não é necessária" . . . . . . . . . . . . . . . . 26
Os católicas e a leitura da Bíblia . . . . . . . . . . . . 29
Aquelas "permissões de ler" . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32
Posição católica hoje em dia . . . . . . . . . . . . . . . . 34
Conclusão . . . . . . .. . 1. • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 37



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A Umbanda no Brasil


Introdução

Em 1954 publicamos uma brochura, intitulada “Posição Católica Perante a Umbanda”, que teve depois três edições. Quando a Editora pediu preparássemos a quarta edição, era tão grande o acúmulo de material e documentos, que sugeria uma total refundição. Haviamos também, depois de 1954, visitado novos terreiros nos subúrbios do Rio, de São Paulo, de Porto Alegre e alguns no Nordeste. Em fins de 1957 tivemos inclusive oportunidade de passar duas semanas em Haiti e Jamaica, onde existem problemas semelhantes. Foi assim que, com tantos elementos e conhecimentos novos, pacientemente coligidos durante anos, resolvemos aproveitar os dias livres do mês de maio de 1960, para compendiar sistematicamente o que estava disperso nas pastas do nosso arquivo de “espiritualismo, espiritismo e ocultismo”. Desta forma, em lugar da quarta edição da “Posição Católica Perante a Umbanda” (que não será mais publicada), sai agora um estudo crítico mais completo sôbre “A Umbanda no Brasil”, como obra de orientação para os católicos.



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Ação Pastoral Perante o Espiritismo


Introdução

Depois de muitos inquéritos junto a experimentados vigários e missionários populares e após demorado estudo das causas da expansão espirita no Brasil, chegamos à conclusão de que o fator principal responsável pelo florescimento do Espiritismo entre nós é a falta de uma orientação pastoral, segura e uniforme, sôbre o mal intrínseco do Espiritismo e o modo de tratar seus adeptos. Foi por isso que os propagandistas espiritas não encontraram obstáculos sérios a sua nefasta atividade. Foi por isso que êles puderam penetrar desimpedidamente nos meios católicos. Foi ainda por isso que os próprios católicos se desorientaram e continuam sempre mais confusos. Foi por isso, também, que se criou entre nós um indefinível hibridismo religioso de elementos que pretendem abraçar ao mesmo tempo várias religiões, formando-se desta maneira o católico-espirita, o católico- umbandista, o católico-esoterista, e outros dêste tipo. Pois — tenhamos a corajosa franqueza de dizê-lo abertamente — como podem os católicos orientar-se com segurança se o Padre Antônio (falamos em abstrato, mas queremos retratar casos dolorosamente concretos) rejeita terminantemente o entêrro eclesiástico de um espirita impenitente, mas o Padre Abel o faz até com maior solenidade? se o Padre Abílio com dificuldade conseguiu convencer um espirita de que êle não pode ser admitido como padrinho, mas o Padre João logo mais o aceita sem prévia inquirição? se o Padre Tito insiste na severa proibição de ir ao centro ou de servir-se das receitas, passes e águas espiritas, mas o Padre Tibúrcio não vê nisso absolutamente nenhum perigo para a fé de seus pa- íoquianos? se o Padre Miguel recebe ordem formal de não pregar sôbre a heresia espirita (para não perturbar a “boa fé” do povo;


PRIMEIRA PARTE
CONSIDERAÇÕES JURÍDICO-PRÁTICAS
I. A Decisão da Conferência Nacional dos Bispos do
Brasil .............................................................................
II. Breves Comentárioso às Decisões da CNBB ..........
1) A reação dos espiritas ..........................................................
2) As mais importantes declarações do Episcopado ........
3) Medidas a adotar ...................................................................
III. Os Hereges em Face do Direito Canónico ................
1) Herege (heresia) e fautor de heresia ..............................
2) As determinações do Direito Canónico sôbre os hereges
e fautores de heresia .............................................................
IV. As Penas Canónicas ....................................................
1) Crime e pena ...........................................................................
2) Causas que escusam das penas latae sententiae ..............
3) As diversas penas ...................................................................
a) As penas medicinais ou censuras ..................................
b) As penas vindicativas ......................................................
4) A remissão das penas ...........................................................
a) Das medicinais ou censuras ..........................................
b) Das vindicativas .................................................................
V. A Situação Canónica dos Espiritas ..........................
1) O Espiritismo, no Brasil, é uma seita herética ..................
a) O conceito jurídico de seita herética ............................
b) Aplicação ao Espiritismo Brasileiro ..............................
1) O Espiritismo Umbandista ........................................
2) O Espiritismo Kardecista ............................................
2) A definição do “espirita” ......................................................
a) O conceito geral do “espiritismo” e “espirita” ....
b) As várias posições possíveis perante o Espiritismo
3) A qualificação canónica dos espiritas ................................
a) Os espiritas ocultos ..........................................................
b) Os espiritas públicos ou notórios ................................
c) Os filhos dos espiritas ....................................................
d) Os colaboradores do Espiritismo ....................................
1) Os suspeitos de heresia em geral ........................
300 Ação Pastoral
2) Os colaboradores do Espiritismo através do matrimónio e da família ................. 82
a) O matrimônioo misto ............................................ 82
b) A educação da prole .............................................. 84
c) O exemplo ................................................................ 85
3) Outra colaboração .................................................... 85
4) Colaboração por ignorância ...................................... 86
VI. A Solicitude Pastoral para com os Espiritas ............. 87
1) Os espiritas professos ou praticantes .................................... 87
2) Os espiritas penitentes ............................................................ 89
a) Os ocultos ........................................................................... 90
b) Os públicos ......................................................................... 91
3) Os espiritas ignorantes .......................................................... 92
SEGUNDA PARTE INSTRUÇÕES PASTORAIS
VII. Normas Gerais para a Nossa Atitude Pastoral perante o Espiritismo ............................ 99
VIII. Curso de Orientação sôbre as Seitas Espiritualistas 107
IX. “Pregações Frequentes sôbre o Espiritismo” ........... 118
PRIMEIRO CICLO
1) A Voz do Episcopado Nacional ............................................ 120
2) Denúncia da Doutrina Espirita ............................................ 122
3) A Verdadeira Finalidade da Propaganda Espirita .......... 127
4) A Traçoeira Propaganda Espirita ...................................... 130
5) Arranquemos a Máscara ao Lôbo Espirita! .................... 134
6) Exclusão do Rol dos Fiéis .................................................... 137
7) Várias Posições Possíveis Perante o Espiritismo .............. 141
8) Severa proibição dos Livros Espiritas ................................ 143
9) Atitude Perante a Propaganda Espirita .............................. 147
10) Caridade e Fé ....................................................................... 150
11) Filantropia não é Caridade Cristã ........................................ 153
12) Tolerância na Caridade e Intransigência na Fé ................ 156
13) “Não Consultarás os Mortos” .............................................. 158
14) Inutilidade da Evocação dos Espíritos ................................ 163
15) Tristes Efeitos da Evocação ................................................ 166
16) Orientação sôbre a Fenomenologia Espirita .................... 169
17) Prudência na Afirmação do “Fenêmeno” .......................... 172
18) Posição da Igreja Perante a Fenomenologia Espirita .... 175
19) O Papel do Demónio .............................................................. 178
20) As Possíveis Atividades de Satanás .................................... 181
21) Sôbre a Ineficácia dos Feitiços ......................................... 185
22) O Católico Perante o Espiritismo de Umbanda ............... 188
23) Ainda Perante a Umbanda .................................................... 191
24) A “Legião da Boa Vontade” ............................................... 196
25) O Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento ........... 199
Nota: Sermões sôbre as Superstições ................................ 202

Indice 301
SEGUNDO CICLO
Introdução ......................................................................................... 203
1) O Mistério .................................................................................. 205
2) A Sagrada Escritura ............. 208
3) A Igreja ..................................................................................... 212
4) O Papa ....................................................................................... 215
5) Deus .............................................................................................. 217
6) A Santíssima Trindade .......................................................... 220
7) A Criação ................................................................................... 223
8) A Divindade de Cristo .......................................................... 225
9) Jesus, o Filho de Deus ........................................................... 228
10) Os Milagres de Jesus ........................................................... 231
11) Objeções contra a Divindade de Cristo ............................ 234
12) A Humanidade de Jesus ....................................................... 237
13) Nossa Redenção por Cristo .................................................... 240
14) Maria Santíssima ..................................................................... 243
15) Pecado Original e Graça Divina ...................................... 246
16) Sacramentos e Ritos .............................................................. 284
17) A Heresia do Coração ........................................................... 251
18) O Inferno ................................................................................... 254
19) A Eternidade do Inferno ........................................................ 257
20) O Pobre Lázaro e o Rico Epulão ...................................... 259
21) O Céu ......................................................................................... 261
22) A Reencarnação não é Doutrina Cristã ............................. 264
23) Ainda Cristo e a Reencarnação ............................................ 269
24) A Lei do Karma ................................................................... 272
25) O Sentido Cristão do Sofrimento ....................................... 275
APÊNDICES: INDICAÇÕES PRATICAS
1) Modo de Proceder com um Espirita Oculto ...................... 281
2) Modo de Proceder com um Espirita Público, Notoriamente Adepto ou Inscrito .................... 283
3) Modo de Proceder em Caso Urgente ou Perigo de Morte 286
4) Fórmulas Breves ........................................................................ 288
5) Casamento de Católico com Espirita .................................. 289
6) Profissão de Fé e Juramento de Fidelidade .................... 290



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As Fraudes Espiritas e os Fenomenos Metapsiquicos


Os Babilônios.

Mundus vult decipl — “O mundo quer ser enganado” — diz um antigo provérbio, — e por isto, em todas as idàdes do mundo, houve embusteiros que trataram de satisfazer esse desejo das massas.
'A história nos dá conta dos grandes enganos de que foram vitimas as nações mais civilizadas do antigo e do novo Continente. Quando esses enganos tiveram certo fundamento em “alguns fatos”, a mistificação chegou a um grau incrível. Especialmente no terreno religioso os grandes embustes assumiram, repetidas vezes, proporções colossais e ameaçadoras.



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AS GREVES


PREFÁCIO

Apareceu este nosso trabalho em primeira edição após a primeira guerra mundial, em 1922, quando pelo nosso País alastrava a mania das greves que lhe impedia todo o anseio de ressurreição económica. O advento do fascismo fez cessar a marcha desenfreada da luta de classes; teve-se assim a sensação de ter sido de improviso lançado para um mundo novo, e pensou-se entre nós que a greve não fora mais que uma lembrança de triste recordação.
Foi então que no prefácio deste nosso trabalho advertimos que não nos deveríamos iludir acerca do ocaso das greves: «O problema da greve, escrevíamos, não foi de modo nenhum superado pelos acontecimentos clamorosos do momento. Pelos silvados pode a chama ou a podoa passar vitoriosa, mas depressa as raízes — obreiras silenciosas — absorverão a humidade e criar-se-ão novos rebentos espinhosos. A greve tem suas raízes profundas, e as contingências da hora presente não poderão suplantá-la».

ÍNDICE
Págs.
Prefácio ................................................................................................. $
AS GREVES NA HISTÓRIA
I. —Introdução ........................................................................... 9
II. —Definição da greve e suas variedades............................... 11
III. — A greve na antiguidade.................................................... 15
IV. — A greve na Idade média.................................................... 2}
V. — A greve na Idade moderna............................................... 28
AS GREVES NA MORAL CATÓLICA
I. — Legitimidade da greve..................................................... 39
II. — Solução das objecções mais importantes......................... 46
III. — Condições para legitimar a greve....................................... 5 3
IV. — A greve geral, política, de solidariedade, de protesto,
dos serviços públicos.......................................................... 66
AS GREVES NA ECONOMIA
I. — Posição do problema.......................................................... 79
II. —Influência das greves no salário — preconceitos........... 87
III. — Influência das greves no salário — dados estatísticos... 96
REMÉDIOS CONTRA AS GREVES
I. — Moralização ......................................................................... 113
II. —Sindicatos .......................................................................... 117
III. — Participacionismo e cooperativismo.............................. 126
IV. — Arbitragem e conciliação.................................................. 132
Conclusão ........................................................................................... 139
Bibliografia......................................................................................... 141



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CADERNO 11 AS SOCIEDADES TEOSOFICAS


AS SOCIEDADES TEOSÓFICAS

Existem atualmente, no Brasil, duas Sociedades Teosóficas distintas e mesmo hostis entre si: a Sociedade Teosófica Brasileira, fundada pelo Sr. Henrique José de Sousa, com sede central em São Lou- renço, M. G., e dez filiais ou “Ramas” em outros Estados; e a Sociedade Teosófica no Brasil, com sede central em São Paulo e 33 filiais ou “Lojas” pelos Estados; esta última é a Secção Nacional da Sociedade Teosófica Mundial, com sede central em Adyar, perto de Madras, na índia, e 48 Secções Nacionais, distribuídas por outros tantos países do mundo inteiro.

ÍNDICE
I. A Sociedade Teosófica Mundial ....................................... 5
1) Origem da Sociedade Teosófica ............................... 6
2) Esboço dos principais ensinamentos da Teosofia 11
II. A Sociedade Teosófica no Brasil ................................... 14
III. A Sociedade Teosófica Brasileira ................................. 19
IV. Crítica da Teosofia e de sua Doutrina ....................... 23
a) Observações sôbre a Teosofia ............................... 24
1) A sua história não favorece os teósofos ......... 24
2) E’ perfeitamente inútil ........................................ 24
3) E’ irracional ............. 25
4) E’ gratuito ................................................................ 25
5) Está longe de ser original ............................... 26
\ ' b) Critica da doutrina teosófica ................................... 26
1) O Deus dos teósofos é uma quimera .............. 26
2) O seu panteismo é duas vezes absurdo ___ 2*í
3) A evolução teosófica nada explica .................. 28
4) A reencarnação é gratuita e absurda .............. 29
5) A moral teosófica .................................................. 31
6) Conclusão ................................................................... 32
c) Observações sôbre a Lei do Karma ....................... 33
V. As Sociedades teosóficas e a Igreja ........................... 35


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CADERNO 35 ASTROLOGIA QUIROMANCIA E QUEJANDOS - 35


As Adivinhações Supersticiosas

Ei-los, os modernos hierofantes, a caminhar, solenes e soberbos, numa inédita procissão: Astrólogos, quiromantes, cristaloscopistas, magos, pitões, cartomantes, videntes, adivinhos, bruxos, necromantes, um- bandistas, babalaôs, médiuns, ocultistas, teósofos, eso- teristas, rosaeruzes, kabalistas, mentalistas. . . Não triunfam apenas entre a gente humilde dos crédulos, ingênuos, simples e papalvos: “Conheço ministros e diplomatas, políticos e advogados, médicos e engenheiros, homens de letras e de negócios, que vivem sob a tutela de médiuns ou de simples cartomantes”.

ÍNDICE
As Adivinhações Supersticiosas ............................
A Quiromancia ..................................................
A Orafologia divinatória .................................
A Cartomancia ..................................................
A Aritmomancia ou Numerologia ...............
Exploração e Mistificação ..............................
A Superstição da Astrologia ..............................
Sumária exposição da Astrologia ...............
Realidade e extensão das influências astrais
Outras considerações críticas .......................
Atitude da Igreja perante a Astrologia ........
Perigos Gerais da Adivinhação ...........................



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As Maravilhas de Lourdes a face da Ciencia e da Historia - Archibaldo Ribeiro


HISTORIA DAS APARIÇÕES

Em uma tarde de inverno, a 11 de Fevereiro de 1858, Bernadette Soubirous, Maria sua irmã, e Joanna sua amiga, saíam, alegres, da cidade de Lourdes em demanda dos arredores á busca de lenha.
Eram pobres.
Já no campo, estava Bernadette nas visinhanças do Gave, sosinha e separada das companheiras, quando ouviu um forte ruido, semelhante a um furacão que prenuncia tempestade. Olhou á direita, á esquerda, examinou as arvores das margens do rio, e, vendo uma calma completa, julgou ter-se enganado; continuou, pois, seu trabalho.
De repente, um novo rumor, como o primeiro, repercutiu. Teve medo, e, firme, ficou de pé. Attonita e silenciosa, sem poder falar e pensar, voltou a cabeça para uma Gruta, onde zunia um vento forte. « Quasi ao mesmo tempo, contou ella depois, promanava do interior da Gruta.


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