quarta-feira, 6 de maio de 2020

Revista Agropecuária Zebu - Novembro de 1971






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Maçonaria do Brasil


Introdução.
O que adiante oferecemos, é apenas um ensaio sobre a Maçonaria tal como ela presentemente se encontra e atua no Brasil. Não espere, pois, o leitor uma exposição sobre a Maçonaria em geral; nem mesmo lhe prometemos dissertar sobre a história da Maçonaria no Brasil. Queremos apenas conhecer mais ampla, profunda e exatamente os princípios e os fins desta vasta organização secreta, estendida
atualmente por todo o território nacional, em mais de 600 "oficinas de trabalho", e que afirma arregimentar um exército de 150.000 homens escolhidos ocupando geralmente cargos ou postos de importância na vida social, comercial, bancária, militar e mesmo política das nossas cidades do interior e que estão também largamente representados entre os que hoje dirigem os destinos do Brasil. E' ainda intuito nosso contribuir para a solução do seguinte impasse: Sabem os católicos que a Igreja condenou a Maçonaria e lhes proibiu a iniciação nos "mistérios maçônicos"; ao mesmo tempo a Maçonaria continua a fazer propaganda e proselitismo nestes mesmos meios católicos, apresentando-se como sociedade inofensiva e puramente filantrópica, respeitadora de todas as religiões e, de modo
particular, da religião católica e, portanto, como injustamente perseguida e condenada pela Igreja. As constantes preocupações nos negócios, cargos e empregos sempre mais complicados pelas exigências legais, a conseqüente necessidade de distrações e divertimentos cada dia mais refinados, atraentes e absorventes em virtude das amplíssimas possibilidades oferecidas pela aperfeiçoada técnica moderna,
generalizaram o desinteresse pelo estudo e pelas coisas do espírito.


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Catecismo Pio X


CAPÍTULO I
Do Credo em geral
15) Qual é a primeira parte da Doutrina Cristã?
A primeira parte da Doutrina Cristã é o Símbolo dos Apóstolos, chamado vulgarmente
Credo.
16) Por que chamamos ao Credo Símbolo dos Apóstolos?
O Credo chama-se Símbolo dos Apóstolos, porque é um compêndio das verdades
da Fé, ensinadas pelos Apóstolos.
17) Quantos artigos tem o Credo?
O Credo tem doze artigos.
18) Dizei-os.
1) Creio em Deus Padre, todo-poderoso, Criador do céu e da terra.


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Assis se repete


Reapresentação
Decorridos três lustros do que bem se apelidou de "panteão de Assis" - uma das primícias do último concílio e animado convescote de desencontradas crenças, panteão em que se improvisou a venerável basílica de São Francisco, eis que, novamente, chega às mãos dos leitores o presente livro, desta vez diferente apenas em sua configuração gráfica, porém fiel na mesma seriedade e densidade de conteúdo e idêntica riqueza de citações que caracterizaram a sua primeira edição!
O Autor desvaneceu-me com a satisfação de reapresentar ao público sua breve mas condensada obra que, queiram ou não alguns desinformados, é seguro em suas fontes e irrespondível nos argumentos!
Corajoso militante católico em sua própria trincheira, este soldado de Cristo reúne desassombro e talento para relançar esta que é uma interpelação sempre atual à discurseira progressista dita ecumênica!
O magistério tradicional da Igreja, por seus mais preclaros pontífices, doutores e iluminados santos e teólogos, refulge nestas páginas, mercê da feliz paciência deste Autor ao coligir definições e ensinamentos para os confrontar com a falação novidadeira especializada "Urbi et orbi" nas últimas décadas, ocaso do milênio...
Ah! o concílio!... Desde seu primeiro e grandiloqüente anúncio e em seu esperançoso desenrolar, não pretendeu, todavia, fixar novas definições, mas se projetar no mundo como assembléia filantrópica pastoral... Afinal, conciliou ou desbaratou? Reuniu ou fragmentou a cristandade? Seus frutos já não são visíveis?



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Assim pensava


INTRODUÇÃO
Este texto, conservado no Arquivo Geral dos Redentoristas, foi publicado pela primeira vez pelo Pe. Oreste Gregorio, cssr, no Spici-legium Historicum 9 (1961), pp. 439-475.
O conjunto é formado por 103 tópicos, re-ferentes à prática das virtudes para cada mês, tendo em vista a imitação de Cristo pro-posta aos congregados. O manuscrito (27x19 cm) tem vinte folhas, trazendo, com a letra de Tannoia, o título na última página: “Sentimenti di Monsignore”. “Monsignore” era o título que se dava a Afonso depois de bispo. O texto é provavelmente transcrição de anotações fei-tas por confrades que estiveram presentes às reuniões semanais da comunidade, aos assim chamados “Capítulos de Culpa”, presi-didos pelo Fundador.
Os textos foram redigidos a partir de 1752-1762. Apresentam lacunas devidas às limitações de quem fazia as anotações duran-te as palestras do santo. Essas lacunas foram preenchidas pelo Pe. Oreste Gregorio, estan-do seus acréscimos entre [].
Das suas notas aproveitamos as que nos pareceram úteis. Acrescentamos a tradução dos textos latinos que preferimos conservar no texto.
Fl. Castro.


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Jesus Cristo e os Filosofos - escaneado




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O Naturalismo


ÍNDICE
Introdução - Apresentação do Opúsculo ................................................... 03
Parte I: O Naturalismo Teórico
1º Capítulo: O que é o Naturalismo .... 04
2º Capítulo: A natureza e seu mal ...... 09
3º Capítulo: Natural, Sobrenatural e
graça ....................................... 11
4º Capítulo: Uma profissão de fé
naturalista ........................................... 14
5º Capítulo: As ilusões naturalistas sobre
o amor de Deus e do próximo ............. 17
6º Capítulo: O naturalismo entre os
católicos .............................................. 20
Parte II: O Naturalismo Prático
7º Capítulo: As chagas da natureza ... 22
8º Capítulo: Os pecados capitais ........ 25
9º Capítulo: A moral do decálogo e a
moral independente ............................ 27
10º Capítulo: As ignorâncias do
naturalismo ......................................... 30
11º Capítulo: Os remédios para o
naturalismo ......................................... 32


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Ordinário da Missa Tridentina - tamanho grande




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12 exercicios para a vigilia da primeira 6ª feira


1 - A ORIGEM DA HORA SANTA
A piedosa pratica da H ora Santa procede directamente das revelações de Parayle-Monial; brota do Coração mesmo de Nosso Senhor. Santa Margarida Maria orava em certa occasião diante do Santissimo Sacramento exposto ( 1 ) . Nosso Senhor appareceu-lhe resplandescente de gloria : descobriu-lhe o seu Coração e queixou-se amargamente da ingratidão dos peccadores (2) .

I N D I C E
Pagina
Apresentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
lntroducção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . l i
Para a vespera da primeira Sextafeira
de Janeiro . . . . . . . . . . . . . . . . 25
Para a vigília da primeira sexta-feira
de Fevereiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47
Para a vigília da primeira sexta-feira
de Março e da festa do lmmaculado
Coração de Maria . . . . . . . . 69
Abril . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 91
Maio · . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1 2
Junho. Hora Santa das almas attribuladas
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132
Julho. U ltrajes publicos a Nosso Senhor 154
Agosto. Commentario ás sete pafavras.
A agonia do Calvario e a agonia
do Tabernaculo . . . . . . . . . . . . . . . . 175
Setembro e para Quinta-feira Santa . . . . 198
Outubro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 225
Novembro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 246
Dezembro. Os cinco principaes pedidos
de Nosso Senhor a Sta. Margarida
Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270
Hora Snnta
Para inaugurar o Anno Novo no espirito
do Coração de jesus e para
sua maior gloria . . . . . . . . . . . . . . . 294
Dos amigos do Sagrado - Coração . . . . . 3 1 5
O calabouço d e Quinta-feira Santa e a
Prisão do Tabernaculo . . . . . . . . . . 337
Reinado intimo, familiar e social do
S. Coração de jesus . . . . . . . . . . . . :161
Das almas attribuladas . . . . . . . . . . . . . . :{82
Dos Apostolos do S. Coração de jesus,
que, pela oração e sacrificio, pela
Eucharistia e o amor, estendem e
fortalecem o seu reinado de amor 405
A Paixão de Nosso Senhor jesus Christo
em jerusalém, no Altar e nas 1
almas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . _ 427
Hora Santa feita pela mãe, velando o
berço de um pequeno Benjamin, ou
junto do leito de um Tarclsio, ambos
meninas apostolo& do Sagrado
Coração de jesus . . . . . . . . . . . . . 449




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As maravilhas de Loudes a face da ciência e história


HISTORIA DAS APPARIÇÕES
Em uma tarde de inverno, a 11 de Fevereiro de 1858, Bernadette Soubirous, Maria sua irmã, e Joanna sua amiga, saíam, alegres, da cidade de Lourdes em demanda dos arredores á busca de lenha.
Eram pobres. Já no campo, estava Bernadette nas visinhanças do Gave, sosinha e separada das companheiras, quando ouviu um forte ruido, semelhante a um furacão que prenuncia tempestade. Olhou á direita, á esquerda, examinou as arvores das margens do rio, e, vendo uma calma completa, julgou ter-se enganado ; continuou, pois, seu trabalho. Derepente, um novo rumor, como o primeiro,
repercutiu. Teve medo, e, firme, ficou de pé. Attonita e silenciosa, sem poder falar e pensar, voltou a cabeça para uma Gruta, onde zunia um vento forte.


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O Guia do Lar - Luís Guimarães


AOS LEITORES
Nada tenho que possa <l:ar brilho e realce a êste livrinho, a não ser o desejo de colaborar, embora modestamente, para a formação de lares católicos que são a sementeira dos verdadeiros servos de Deus. Membro efetivo da Ação Católica, e portanto, humilde operário na construção dêste monumental edificio que é uon dos palácios de Cristo Rei, e onde tudo se procura fazer para o seu glorioso reinado, que recompensa não será a minha, e que alegria, se êste mintúsculo trabalho, de algum modo, concorre1· para a realização da obra dos abnegados lutadores pela santa causa do Senhor. E não é êste o supremo ideal dos bravos e piedosos componente.􀂪 dessa. filha querida de Pio XI, e de todos as fieis de boa vontade?

I N D I C E
Aprovação
Conclusão .
Conselhos do "Missionário Brasileiro" . . . .
Conselho􀁬 do "Missionário Brasileiro"
Conselhos do "Missionário Brasileiro"
Conselhos do "Missionário Brasileiro"
Conselhos do "Missionário Brasileiro"
Conselhos do "Missionário Brasileiro"
Conselhos do "Missionário
Coração de Jesus ( cromo)
Dedicatórias . . . . . . .
Espôsas ( com estas) . , . .
Fé, Esperança e Caridade
Filhos ( com êst es)
Fi l hns ( co111 cslus) .
Mães (com csl11s) . .
Maridos ( com êsll's) . .
Pais ( com êstes) . . .
Prólogo (aos leitores) .
Prelíminar necessária .
Recomendaçã-0 . .
Todos (com êstes) . . .



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Vimos e Acreditamos - Afonso de Santa Cruz


Há mais de 30 anos, vivi sonhando em realizar 1ª peregrinação à Terra Santa e Lugares Sagrados. Agora, depois de um convite de Nossa Senhora e São José, estou realizando o meu sonho e o meu maior desejo, participando deste 12.º Retiro-Peregrinação à Terra Santa e Santuários Europeus, sentindo e vivendo as mais belas emoções.

I N D I C E
Vimos e acreditamos... . . . . . . . .
l . 12.º Retiro-Peregrinação à Terra Santa 1993
2 . Um convite à terceira idade
3. O Jardim dns Oliveiras . . . . .
4. Os 14 dias vividos em Israel . . .
5. São José tomando minha mão . . .
6. Impressões sobre a Peregrinação à Terra Santa . . 21
7 . Felicidade Inenarrável . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25
8. Emoção sobre emoção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21'
9 . Devo dizer que até um ateu . . . . . . . . . . . . . . . . 31
10. Como vi a Terra Santa . . . . . 33
1 1 . . . . Estou sonhando? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31
12 . . . . A raiz da árvore . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
13. A mais bela entre as mulheres . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30
H. Duas alegrias incalculáveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . !O
15. Eu vi e acreditei... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-l
16. 12.º Retiro-Peregrinação à Terra Santa . . . . . . . . . 45
17. Nosso encontro com a Irmã Josefina Fare.ni . . . . 50
18 . Inesqueclvel ce.da momento . . . . . . . . . . . . . . . . . 54
19. Obrigado São José . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63
20. A caridade não cansa . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69


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segunda-feira, 4 de maio de 2020

JESUS CRISTO e os Filósofos



Introdução Ei-lo que surge no fundo escuro ou luminoso de cada século. A sua figura extralimita-se. Invade todas as épocas. Impossível apagá-lO da memória do mundo. Quando pensam os inimigos que o Cristo embuçou-se nas trevas do mais profundo esquecimento, ei-lO que reponta nos cimos da história. Ele impressiona tão vivamente a humanidade, diz Schweitzer, que apenas os títulos dos livros escritos sobre sua pessoa bastariam para encher um grande volume. Mas a humanidade de cada centúria histórica, quando se afasta da luz da revelação, retraça o seu Cristo naquele sentido projetivo de que fala Feuerbach. Esboça os contornos de sua imagem com as agitações do próprio coração. É um desejo profundo de ver realizado num tipo real todos os sonhos de perfeição, diz o autor de «L´essence du Christianisme», que leva o homem a criar a existência de Deus. Tal o seu ousado materialismo. Quanto à figura do Mestre Divino, é antes o desejo de arrancar da história a sua imagem importuna para os maus, que desfigura a sua realidade. Racionalistas, estetas, liberais, psiquiatras, miticistas, judeus, teósofos ou protestantes, ei-los no afã de criar o seu Cristo, como se fora uma projeção da sua própria mentalidade. O naturalismo impulsionou todas essas falsas concepções. A verdade, porém, é que Jesus domina de um modo tão formidável que o homem d’Ele não se liberta jamais. Reduzam-no a um simples homem ou a um mito, não importa! Ele vai varando a história! * * *
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domingo, 3 de maio de 2020

O que vi por lá - Afonso de Santa Cruz


1. O Santo em farrapos
Por que impressiona este santo em farrapos, que jaz na sua figura marmórea, sob o altar à esquerda, na igreja da Madonna dei Monti, em Roma? Porque foi um mendigo! O conceito de mendigo é ilustrado em todas as cores e cambiantes, na Cidade Eterna. Não me lembro de ter uma vez saído de casa, nestes dois anos de permanência em Roma, sem ter sido ao menos uma vez abordado por um mendigo ou mendigas, às mais das vezes, com crianças ao colo.

I N D I C E
1 . O Santo em farrapos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
2. Fariseus "incônscios. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
3. A boneca da santa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
4 . O melhor professor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 1
5. A morte de Pio XII . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27
6. A eleição de João XXIII . . . . . . . . . . . . . . 33
7. Corpos incorruptos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39
8 . O relógio da morte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43
9 . O jardim florido de Roma . . . . . . . . . . . . 48
10. O jovem Davi de Miguelângelo . . . . . . . . . 54
1 1 . A cripta das 4.000 caveiras . . . . . . . . . . . . 59
12. O lírio de Roma e Nettuno . . . . . . . . . . . . 70
13. Um mês sob o bafo da morte . . . . . . . . . . 77
14. O segredo das montanhas . . . . . . . . . . . . 84
15. Minha prisão na cortina de ferro . . . . . . 92
16. As homenagens a uma Senhora . . . . . . . 101
17. O berço dos heróis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109
18. Cidade que é uma "flor" . . . . . . . . . . . . . . 114
19. Matéria - espírito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 19



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